Diário de viagem

Nas nossas viagens, o que não pode faltar na mala é um caderno. Às vezes uma foto só não basta, os detalhes e dicas de cada lugar tem que ficar gravados! 

Na mala da Laura, um caderno de anotações também é essencial! No último mês, ela e o namorado foram para Costa Rica e essa seria a viagem perfeita para registrar todas as lembranças em um caderninho especial. Ela nos contou um pouco de como foi a aventura e sobre o que escreveu no diário de viagem nesse post. Nós amamos, estamos encantadas com as histórias! 

“Por que a Costa Rica? Bom, o lugar no meu imaginário ainda não estava decidido, apenas sabia que era bonito e por algum motivo sempre tive muito interesse em conhecer. Nunca havia pesquisado sobre o país e nem conheço muitas pessoas que já tenham ido. Como namoro um surfista que só pensa nisso,  foi o destino ideal pra ele que ama ondas perfeitas e pra mim, que não amo tanto assim, também!  Realmente não sabia que o país e a viagem seriam tão mágicos.


Com dicas de amigos fomos montando o roteiro e a ansiedade só aumentava! Comprei um guia de viagem e nos jogamos, no estilo sem lugar pra ficar e destinos ainda não definidos. Tínhamos 20 dias para explorar o que quiséssemos do país onde 5% da biodiversidade do planeta se encontra. O turismo sustentável em Costa Rica é um dos mais avançados do planeta!

Começamos por Pavones, ao sul do país, no lado do Pacífico. Alugamos uma 4X4 na capital e descemos direto para as ondas perfeitas. Bem, não estavam tão perfeitas assim pois o swell (Termo de surfista: corrente de vento) não entrou, então partimos para a Baía Drake, um pouco mais ao norte. Nossa, o lugar é mágico, com araras voando no céu e baleias no nadando no mar! Fizemos um mergulho no que dizem ser o melhor lugar lá em Costa Rica, Isla del Caño. Tubarões white tips, raias pintadas e tartarugas nos receberam nesse lugar. Incrível!

Seguimos para a serra, Cerro Chirripó e CloundBridge. Dois parques nacionais muito bem cuidados e com paisagens dignas de filmes de fantasia. Me senti da floresta dos Hobbits! Lugar incrível, cachoeiras lindas e hotéis e albergue lindinhos.

E, finalmente, o swell entrou! Claro, não pude negar ao surfista desesperado, uma volta a Pavones. Realmente o lugar muda com as ondas! A cidade é uma delicinha, pequenina e familiar, onde todos se conhecem. Fomos também a Mata Palo, do outro lado do golfo Dulce com um barquinho de um local que fizemos amizade no bar, na noite anterior. No caminho vimos mais baleias. Altíssimas ondas por lá! Meu namorado surtou… Fauna e flora incríveis e uma cachoeira seca para fechar o cenário espetacular.

Seguimos para o centro, Montezuma. Uma cidadezinha charmosa com restaurantes maravilhosos e caros, diga-se de passagem. Fizemos o passeio turístico para Isla Tortuga. Apesar do destino manjado, a ilha é linda com sua praia de areia branquinha e mar turquesa. Claro, mais baleias pelo caminho. Lá em Montezuma também vimos as tartaruguinhas do projeto de proteção chegarem ao mar. Muito emocionante mesmo, as coisas mais fofas do planeta!

Chegamos ao Norte: Playa Negra foi nossa base, nos hospedamos no hotel Playa Negra Hotel. Lindo, de frente pra praia. Nosso maior luxo da viagem! Quartos no mais perfeito estilo bangalô. As ondas, que mesmo não estando no seu melhor swell, maravilhosas. Fomos a cachoeira Cangreja no Parque Rincon de la Vieja, água azul turquesa em uma queda linda. Como parte da aventura, fui picada por um marimbondo na cabeça!

Mergulhamos também na Isla Catalina, outro lugar divino. Participamos de uma cena de terror nas profundezas, vimos uma polvo bebê ser comido por um peixe escorpião. Sentimos na pele a natureza selvagem! Mais tubarões, raias, moreias, estrelas do mar lindas e azuis. 


Finalizamos a viagem no vulcão Arenal. Poderoso e ainda ativo, ele consegue impor muito bem sua grandiosidade na paisagem ao redor. Fizemos os passeios nas pontes penduradas na floresta e terminamos o dia em uma das mil águas termais da cidade. 
Além da picada na cabeça, enquanto arrumava as malas para ir embora, quase morri com um escorpião no meu ombro! 

O país foi a mais pura e agradável surpresa! Onde todos parecem ser muito felizes, tanto os que nasceram lá, como os muito gringos que escolheram o local como casa. Além de todos os Ticos, ou costarriquenhos, falarem muito bem inglês, são muito atenciosos e hospitaleiros. Apesar dos milhares de lugares que ainda quero conhecer nesse mundo afora, tenho certeza que vou voltar para esse lugar mágico!

 Escrevi todos os dias sobre as coisas que fiz, restaurantes que comi e hotéis que fiquei. Acho que me empolguei um pouco, mas é que acabei de voltar, fechei o diário e amei o lugar!!! Só lembrança boa, não tive nenhuma experiência ruim.”
Laura Landau


O caderninho Bird da Laura ficou um charme! Deu pra se inspirar para escolher o próximo destino e começar a escrever suas próprias histórias, né?

✈ Se você também viajou, levou nosso caderno na mala e fez dele um diário com dicas, mande pra gente. Queremos muito saber! :) blog@langak.com.br

▪ Nossos caderninhos são com folhas de papel reciclado e pinturas e relevos feitos manualmente. Nas lojas e online!

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DIY ✿ gelo florido!

Quem usa o Pinterest, já deve ter visto por lá várias receitas de drinks com gelos floridos.
Amamos a ideia e fizemos por aqui também :) Deu super certo, anota aí pra fazer no final de semana!

O passo-a-passo é super simples:
✿ Para deixar os cubos de gelo translúcidos, ferva a água e deixe esfriar.
✿ Encha cada forminha com 1/4 de água e coloque uma flor virada para baixo e outra para cima.
✿ Congele por 1 hora.
✿ Tire do congelador e preencha o restante da forma com mais água destilada e congele novamente.
✿ É só esperar o gelo ficar pronto e usar nos drinks!
As flores comestíveis (usamos a Amor Perfeito) são facilmente encontradas na maioria dos mercados.

Dica Langak: Usar os cubinhos em águas aromatizadas dá mais efeito de frescor. Corte umas rodelas de limão siciliano, deixe pegar o gosto e sirva. Para quem gostar de água com gás, essa é uma outra dica! ;)

Você sabe o que significa a sigla DIY?
D.I.Y é a junção das letras iniciais do termo inglês “Do it Yourself”, que em português é o mesmo que “Faça você mesma!”

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Guest Post :: Escapismo Genuíno

Há alguns anos conhecemos a Adriana Lacerda, em uma viagem por Barcelona, quando o seu blog de viagem ainda nem existia! Atualmente, a Teté (como é mais conhecida) mantém o Escapismo Genuíno com ótimos textos e imagens lindas de suas experiências e sentimentos por mais de 40 países que ela já visitou.

Nos últimos 5 meses, já passou por Sri Lanka, Catar, Macau, Índia, Nepal, Moçambique, Butão, Jordânia, Dubai, África do Sul, Quênia, Líbano, Omã, Zâmbia, Tanzânia, Namíbia, Zimbábue, Johanesburgo… Ontem chegou no Vietnã e não vai parar por aí!

Essa semana, a Viajantete (siga no Instagram para acompanhar!) é a nossa convidada aqui no blog para contar um pouquinho sobre as Capulanas, um pano tradicional de Moçambique usado pelas mulheres como uma canga. Um post de história e cultura! ;)

“Andando pelas ruas de Maputo, não tem como não parar o olhar pra observar as lindas estampas coloridas das capulanas desfilando pelos fartos quadris e traseiros, abraçando crianças e apoiando vendedores ambulantes.

A capulana, pano representativo da cultura moçambicano é como uma canga, usada de várias maneiras – como saia, como pano na cabeça, como tapete, amarrando bebês nas costas ou peito das mães, como esteira…

São muitas as utilidades e maior ainda a diversidade de cores e ilustrações. A capulana em Moçambique é mais que um acessório, ela é símbolo da feminilidade, um patrimônio cultural.

Paulina Chiziane, escritora moçambicana afirma o seguinte sobre a capulana:

“Ela acompanha todos os estágios da nossa vida. Com ela recebemos o recém nascido; com ela fazemos vestimentas para todas as idades; ela é mortalha, lençol, lenço e cobertor. Com ela amarramos a criança nas costas, fazemos um trouxa de verduras ou carregamos a lenha. É a praticidade que dá a este pedaço de pano seu caráter peculiar. A capulana é o símbolo da mulher moçambicana, da mulher africana. Toda mulher moçambicana tem que ter uma capulana. Duas capulanas. Mil capulanas, ou mais, o número não importa. Uma capulana nunca é igual a outra. Nunca é demais.”

Aonde comprar lindas capulanas em Maputo? Na tradicional Casa do Elefante, em frente ao Mercado Central.

A dica é – compre o tecido e leve para uma boa costureira e transforme-a em uma linda saia ou pantalona.”

Nós amamos! Não deixe de ir no blog dela para ler mais coisas interessantes pelo mundo!

Texto e fotos: Adriana Lacerda

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Processo milenar :: Block Printed {video}

Selo Block Printed da Langak Online

Entre todos os detalhes manuais que a Langak admira e valoriza, se destaca o Block Printed, pela originalidade que essa arte dá a cada peça. O processo de estamparia parece ser simples, mas é super trabalhoso: suas estampas são esculpidas em um bloco de pedra que recebe a tinta e é prensado sobre o tecido.
Ao invés de utilizar uma estampa corrida ou digital, optamos por um meio totalmente artesanal e delicado. Por ser feito à mão, possui irregularidades no desenho e pequenas “falhas” e este é o charme e diferencial!

Recebemos um recado pelo Facebook de uma vendedora da nossa loja no Vila Olímpia que lembrou da Langak quando viu o vídeo de como é feito o block printed. “É um trabalho de muito valor!”
Obrigada, Patricia! Nós amamos a dica.
Para quem não conhece, é só dar play ►

Aqui na Langak você encontra bolsas, lenços, sarongs, necessaires e a novidade que faz parte da linha Langak Home: Colchas estampadas block printed!

 

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Cães de rua no Chile – Estoy Aquí

Está circulando um vídeo emocionante pela internet, chamado Estoy Aquí. Dois estudantes do Chile tem a maravilhosa ideia de fazer com que cachorros abandonados, que normalmente passam despercebidos, sejam vistos pelos pedestres. E não é que deu certo? :)

Balões coloridos foram amarrados nos cães com mensagens “não me deixe”, “brinque comigo” e “me abrace”. Assim, eles conseguiram chamar atenção de quem passava por ali e ainda ganharam carinho e alguns cuidados.

ESTOY AQUÍ Intervención Urbana / I AM HERE Urban Intervention from Felipe Carrasco G. on Vimeo.

A ideia é tão simples que pode ser repetida em qualquer cidade do mundo! ♥ ♥ ♥ ♥

Não é novidade que a Langak tem uma ligação com as causas animais. Ver um cãozinho abandonado ou maltratado, nos parte o coração! Já resgatamos e adotamos duas vira-latas, a Preta Shaiya, e ajudamos na divulgação da pitbull Tequila que foi encontrada em SP. Fazemos também a nossa parte com a campanha Langak DogLovers, que ajuda a ONG Ampara Animal a cuidar de animais de rua.

 

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Médicos Sem Fronteiras – Doações por Facebook

Essa semana começamos uma campanha de doação conjunta para a Médicos Sem Fronteiras. Por nosso contato direto com diferentes culturas, causas distantes e dramas urgentes, a Langak viu a oportunidade de oferecer uma ajuda imediata e efetiva.

Devido a grande influência das mídias sociais, a Langak pensou em uma ação que desse visibilidade à MSF e incentivar todo mundo que está do outro lado da tela.

Médicos Sem Fronteiras é uma organização internacional e cada país faz suas parcerias com empresas locais. No início desse ano, a ONG da Dinamarca também apostou no Facebook para dar visibilidade às doações. Através de um aplicativo, o doador se cadastrava no site da campanha, integrando seu Facebook, e um post automático era publicado na timeline dizendo: “Para cada like nesse post, eu irei doar $1 para a Médicos Sem Fronteiras”.  E assim outras pessoas ficavam sabendo como é fácil ajudar!

O mesmo acontece com a nossa campanha! Quanto mais pessoas divulgarem e incentivarem o próximo, mais ajuda para os Médicos Sem Fronteiras.

Esse tipo de divulgação e doação nos mostra que apenas boas intenções não são capazes de ajudar uma pessoa. Por mais simples que um Like e Compartilhar sejam, dessa forma todos tem a oportunidade de colaborar.

 

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LIQUI LANGAK

liquidacao.gif

2 peças » 20% 
3 peças » 30%
4 peças » 40%
5 peças ou mais » 50%

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As 116 cidades mais baratas para mochileiros

São várias as características que definem uma viagem no estilo mochilão: destinos incomuns, nada de mordomia em hotéis, transportes alternativos e claro: o mochilão!

Todos os viajantes pegam estrada querendo os lugares mais em conta para dormir, comer e se distrair. Para ajudar a decidir o roteiro, o site Price of Travel listou as 116 cidades mais baratas para os mochileiros, considerando:

◈ 1 cama em um hostel bom e barato
◈ 3 refeições em conta
◈ 2 bilhetes de transporte público
◈ 1 entrada para alguma atração cultural
◈ 3 cervejas baratas (para servir como uma “opção de entretenimento”)

Os valores estão em dólares americanos com a cotação de janeiro/2012.

1 – Pokhara, Nepal – US$15.83
2 – Hanoi, Vietnam – $16.54
3 – Ho Chi Minh City, Vietnam – $17.36
4 – Chiang Mai, Thailand – $18.59
5 – Hoi An, Vietnam – $18.70
6 – Goa, India – $18.80
7 – Kathmandu, Nepal – $19.33
8 – Phnom Penh, Cambodia – $19.95
9 – Luang Prabang, Laos – $19.96
10 – Quito, Ecuador – $20.30
11 – La Paz, Bolivia – $21.55
12 – Bangkok, Thailand – $22.29
13 – Kuta, Bali, Indonesia – $22.92
14 – Manila, Philippines – $24.01
15 – Sofia, Bulgaria – $24.19

Como a intenção dessas viagens não é o turismo, quanto mais países para conhecer gastando menos, melhor! :)

Clique aqui para conhecer a história do Graham Hughes, o primeiro mochileiro que viajou o mundo sem avião!

Dica Langak: Mesmo que você não esteja planejando uma viagem assim, o site Price of Travel é uma ótima opção de pesquisa!

Lista completa! »»
Read More →

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Langak + Médicos Sem Fronteiras

Ano passado, tivemos uma reunião com a representante do projeto Médicos Sem Fronteiras do Rio de Janeiro, para conversar sobre uma possível parceria entre a MSF + Langak.

Por nosso contato direto com diferentes culturas, causas distantes e dramas urgentes, a Langak viu a oportunidade de oferecer uma ajuda imediata e efetiva. Pensamos então em uma ação conjunta que desse visibilidade à causa e a oportunidade de todos colaborarem! Vai funcionar assim:

Vamos postar no Facebook a foto da campanha Langak + Médicos Sem Fronteiras. Por cada compartilhamento, doaremos R$1,00 direcionado à ajuda na Síria. Esperamos chegar na marca de 2 mil compartilhamentos, logo, R$2000 doados para MSF. No final, todos teremos colaborado com essa causa mundial e feito uma boa ação!

A MSF é uma organização comprometida com a verdadeira ajuda humanitária  totalmente apartidária e desvinculada de governos e outras entidades. Toda assistência que provem para os países em que atuam é neutra, independente, imparcial e exclusivamente baseada na necessidade dos pacientes. A Langak manifestou de imediato seu desejo de apoiar. Foi assim que, há pouco tempo, recebemos de nossos amigos um pedido de ajuda emergencial na área de saúde da Síria, em Guerra já há dois anos.

A Médicos Sem Fronteiras chegou na região em junho de 2012 e hoje são mais de 200 profissionais trabalhando noite e dia em três hospitais precários montados em casas residenciais. Apesar de toda a dificuldade, eles estenderam os cuidados para mais 17.000 pessoas, inclusive para a população refugiada da guerra nos países vizinhos.

Já conhece nosso selo Langak – Por um Mundo Melhor?
Langak inicia em 2013 uma série de ações batizadas de “POR UM MUNDO MELHOR”. A ideia é apoiar iniciativas que tenham como objetivo fazer do nosso mundo um lugar melhor. Ecologia e sustentabilidade, diversidade cultural, respeito animal e consumismo consciente: o que importa é contribuir com o planeta de alguma forma.

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Holi, o Festival das Cores: pela primeira vez no Brasil!

Holi ou Festival das Cores é uma tradição milenar hindu de origem indiana. A celebração acontece entre os meses de fevereiro e março, para comemorar a chegada da Primavera com um banho de cores!

Originalmente, era realizado apenas nos países hindus, que na época passavam por intensos confrontos, e assim Holi surgiu para promoveu a paz e integração de diferentes culturas. As cores e danças ficaram tão populares que Alemanha e Reino Unido passaram a adotar a data em seus calendários.

E, pela primeira vez, o festival será comemorado no Brasil, lá em São Paulo! Já tem data marcada, dia 28 de setembro. Vai começar de manhã com aula coletiva de yoga e termina lá pra noitinha, com shows e atração surpresa. Uma tarde de alegria com uma atmosfera colorida para todos esquecerem suas diferenças!

Somos fãs da proporção multicultural que essa celebração tomou! No site oficial do evento tem um contator dos dias: faltam 51. Save the Date!

Queremos participar também! :)

+ Informações: Holi Festival das Cores

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